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:.DENGUE
O que fazer:
- Mantenham vedadas, em sacos plásticos, embalagens que possam acumular água;
- Coloque areia até a borda nos pratinhos dos vasos de plantas;
- Tampe bem os reservatórios de água, como caixas d´água;
- Feche os ralos inutilizados e desinfete regularmente os que estão em uso;
- Retire água acumulada de lajes e calhas;
- Guarde, emborcados, garrafas, baldes e vasos;
- Escove com sabão as vasilhas de água dos animais domésticos;
- Guarde os pneus em locais cobertos;
- Dê descarga em vasos pouco utilizados;
- Trate a piscina com cloro ou cubra-a caso ela esteja e desuso. É importante combater a dengue: Em casa: onde se encontra a maior quantidade de focos para a reprodução dos mosquitos; No trabalho: eliminando os criadouros de mosquito; Nas escolas: apoiando os diretores, professores e alunos na discussão sobre a prevenção da doença; Nos espaços públicos: mantendo-os limpos.
Os principais sintomas da doença são: Febre, fraqueza, manchas vermelhas na pele e dores de cabeça, no corpo e por trás dos olhos. Caso suspeite estar com dengue, tome bastante líquido e procure o serviço de saúde mais próximo. Medicamentos à base de ácido acetilsalisílico devem ser evitados.
Para outras informações, acesse o site www.riocontradengue.com.br
:.INFLUENZA A (H1N1)
1. O que é a influenza A (H1N1)? É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus influenza A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza, assim como a gripe comum, é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
2. Quais os sintomas que definem um caso suspeito de influenza A (H1N1)? Febre alta de maneira repentina (maior que 38ºC) e tosse podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória; E ter apresentado esses sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1); OU ter tido contato próximo nos últimos 10 dias com pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de influenza. Observação: Contato próximo: indivíduo que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluídos corporais de um caso confirmado.
3. Em quanto tempo, a partir da transmissão, os sintomas aparecem? Os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias após contato com esse novo subtipo do vírus e a transmissão ocorre, principalmente, em locais fechados.
4. Há uma vacina que possa proteger a população humana contra essa doença? Não. Não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus da influenza. Há pesquisas em andamento, mas não há previsão para o desenvolvimento desta vacina.
5. A vacina contra gripe comum protege contra a influenza A (H1N1)? Não há, até o momento, nenhuma evidência de que a vacina contra gripe comum proteja contra gripe do vírus A (H1N1).
6. Há tratamento para Influenza A (H1N1) no Brasil? Sim. O Ministério da Saúde adotou um protocolo para tratamento, com utilização de um medicamento antiviral (fosfato de oseltamivir) que será usado apenas nos pacientes que cumpram a indicação descrita no protocolo. O remédio é indicado para ser for tomado até 48 horas a partir do início dos sintomas. ALERTA: Ninguém deve tomar o medicamento sem indicação médica. A automedicação pode mascarar sintomas, retardar o diagnóstico e até causar resistência ao vírus.
7. O Brasil tem estoque de medicamento para tratamento de pacientes? Sim. O Ministério da Saúde conta com estoque estratégico suficiente para tratamento de casos de influenza A (H1N1). Para uso imediato, há 6.250 tratamentos adultos e 6.250 pediátricos, que estão sendo enviados aos estados de acordo com a necessidade. Além disso, o governo brasileiro possui, acondicionada em tonéis, matéria-prima para 9 milhões de tratamentos. O medicamento bruto está pronto para ser transformado em cápsulas. O inicio do processamento será indicado pelo Ministério da Saúde, conforme a necessidade.
8. É seguro comer carne de porco e produtos derivados? Sim. Embora o nome popular da doença remeta a suínos, não há evidências de que esse novo subtipo de vírus esteja relacionado a transmissão por ingestão destes animais. Portanto, não há risco no consumo de produtos de origem suína.
9. Como o Brasil está se preparando para uma pandemia de Influenza A (H1N1)? O Brasil está bem preparado para uma possível pandemia. Isso porque o governo brasileiro já havia começado a estruturar sua rede de vigilância para influenza há nove anos (em 2000). Por causa do enfrentamento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) entre 2002 e 2003 e a partir de então a ameaça de uma possível pandemia de gripe aviária, em 2003, o governo brasileiro constituiu um comitê técnico para a elaboração do plano de preparação brasileiro para o enfrentamento de uma pandemia de influenza e iniciou a preparação de unidades hospitalares de referência. Esse plano está pronto há mais de dois anos e começou a ser colocado em prática no momento em que o Brasil foi notificado pela OMS dos casos de Influenza A (H1N1), em 25 de abril passado. O Brasil conta com 54 centros de referência, em todo o Brasil, preparados para tratar possíveis doentes. Estas unidades se enquadram em parâmetros exigidos pela OMS para o atendimento à essa doença, com área livre para isolamento de contato, equipamentos de proteção individuais para acompanhamento, exames e tratamento dos casos. A estruturação da vigilância epidemiológica também teve um grande avanço na preparação para essas emergências, destacando-se a constituição da Rede CIEVS, que conta com 22 unidades em estados e municípios de capitais, com capacidade de detectar e responder rapidamente a essas emergências.
10. Para quais casos é recomendado o uso de máscaras de proteção? Os equipamentos de proteção individual, como máscaras, devem ser utilizados por pessoas que apresentam os sintomas e pelos profissionais envolvidos no seu atendimento e na inspeção dos meios de transporte nos quais eles se encontravam. No nível de alerta internacional de número 5, a OMS não recomenda o uso de máscaras por pessoas saudáveis.
11. O que a população pode fazer para evitar a influenza? Alguns dos exemplos de cuidados para a prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória são:
• Lavar as mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz). • Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies. • Usar lenço de papel descartável. • Proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar. • Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 cinco dias após o início dos sintomas). • Evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados).É importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias. • Restrição do ambiente de trabalho para evitar disseminação. • Hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.
*Fonte: ANVISA e Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde também disponível no site www.saude.gov.br
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